Archive for julho, 2015

A lavajato e a delação premiada

sexta-feira, julho 24th, 2015
Catta Preta deixa a lavajato

Catta Preta deixa a lavajato

Com surpresa a OPINIÃO PÚBLICA (OP) divulgou hoje que a advogada Beatriz Catta Preta, que negociou algumas delações premiadas na lavajato, incluindo entre eles: Pedro Brusco (ex-gerente da PETROBRÁS), Paulo Roberto Costa (ex diretor da PETROBRÁS), Julio Camargo (lobista) e Augusto Mendonça Neto (executivo da Toyo Setal), comunicou que está deixando as causas relacionadas com a citada lavajato.

Antes do recesso parlamentar a CPI da PETROBRÁS aprovou a convocação da advogada à CPI para esclarecer como os seus clientes a pagavam.

A OAB irá ao STF solicitar através de ação a suspensão da convocação da advogada pela CPI.

O advogado tem nos seus princípios a garantia de inviolabilidade da relação com os clientes.

O abandono das grande$ causas da lavajato, leva a crer que a advogada se sentiu intimidada com a convocação, apesar da Constituição Federal garantir o sigilo profissional ao advogado.

Dizem que irá trabalhar no escritório que possui em Miami desde 1914.

Com essa novidade, a OPINIÃO PÚBLICA (OP) tem garantida a campanha contra o Governo Federal no recesso do Congresso Nacional, outra campanha ainda é, a pressão pelas chamadas pedaladas fiscais.

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 23-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 23/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 23/julho/2015

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 22-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 22/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 22/julho/2015

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 21-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 21/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 21/julho/2015

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 20-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 20/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 20/julho/2015

 

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19/julho/2015 - revistas

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19/julho/2015 – revistas

 

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 19/julho/2015

Campanha da OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18-07-2015

quinta-feira, julho 23rd, 2015

Durante o recesso do Congresso Nacional a OPINIÃO PÚBLICA (OP) manterá a defesa do EDUARDO CUNHA e a beligerância contra o GOVERNO FEDERAL.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18/julho/2015

Sancho Pança parte pra luta sem D. Quixote

sábado, julho 18th, 2015

17 de julho de 2015

Cinelândia – Rio de Janeiro – RJ – Brasil

Eduardo Cunha fala na TV como Presidente da Câmara Federal, em vários estados manifestação pedindo sua saída da Presidência da Câmara colocam claramente que chega de maracutaia.

Com o recesso da Câmara e do Senado a OPINIÃO PÚBLICA (OP) e a lavajato, serão as responsáveis por manter a campanha diária contra o Governo Federal.

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18/julho/2015

OPINIÃO PÚBLICA (OP) 18/julho/2015

Em um ato atrelado à OPINIÃO PÚBLICA (OP), Eduardo Cunha, no dia  17/07/2015, faz um pronunciamento sob a supervisão do PIG e declara que abandonou o governo de coalizão. Governo esse, do qual nunca fez parte.

Após o alucinado pronunciamento e abandonado pela oposição golpista, a OPINIÃO PÚBLICA (OP), terá a obrigação de manter o clima de beligerância e tentar afundar o país no recesso parlamentar..

De forma intencional a justiça de Brasília abre uma frente contra o ex-Presidente LULA, caberá a OPINIÃO PÚBLICA (OP) dar o mesmo destaque que conseguiu dar a lavajato. Essa forma de prender sem acusação e provas, creditando veracidade à  fala de corruptos e das mazelas que são investigadas, acreditam que manterão indefinidamente e diariamente notícias que, objetivam criar o ódio como um importante poder político nos brasileiros.

Abandonado pelos partidos políticos e pelos políticos, o Sancho Pança parte para uma batalha contra os moinhos de vento. A OPINIÃO PÚBLICA (OP) se encarregará de causar os furacões, e divulgar as pançadas que o novo Messias dará, antes de sentar no trono e no juízo final responder às inquisições judiciárias.

Acossado pelas hastag na internet, que atinge níveis de sucesso mundial, o baluarte “moralista” se apresentará em breve como o escolhido para ser crucificado.

A falta do Monte das Oliveiras, onde pensava reunir os seus discípulos, o Sancho tentará reaglutinar os revoltados que se perderam na esteira da violência e do golpismo.

Reajustes de salários é usado pelo Congresso contra a Presidenta Dilma Rousseff

sexta-feira, julho 10th, 2015

Os aposentados fazem parte da categoria mais demonizada pelos neoliberais.

Toda vez em que há discussão sobre problemas econômicos duas categorias são escolhidas e acusadas de responsáveis pela crise financeira: os aposentados e os funcionários públicos.

Atuando de em conluio com a oposição ao atual Governo Federal a OPINIÃO PÚBLICA(OP) já engrossa o caldo e joga a culpa de não permitir aumento no colo da Presidenta Dilma Rousseff.

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Não foi outra a razão que o governo do PSDB (governo do FHC), criminalizou os aposentados com taxação das aposentadorias. O ex-Presidente FHC, um aposentado, chegou a chamar de vagabundo aqueles que usufruíam o direito de ser aposentado.

A mudança da legislação foi uma imposição dos credores, sem consulta ao povo e aprovada no Congresso Nacional com apoio da OPINIÃO PÚBLICA(OP). As principais mudanças foram a substituição da aposentadoria por tempo de serviço pela aposentadoria por tempo de contribuição (30 anos para mulheres e 35 para homens) e a instituição de limite de idade para a aposentadoria integral dos servidores públicos – 53 anos para homens e 48 para mulheres. Além disso, aumentou a idade mínima para aposentadoria dos trabalhadores do setor privado – 60 anos para homens e 55 para mulheres. Essa aprovação foi conseguida com  346 votos contra 151. O governo federal, em 1998, utilizou-se do famoso e ainda em vigor “toma-lá-dá-cá”. FHC gastou cerca de R$ 30 milhões em liberação de verbas para comprar deputados e distribuiu cargos à vontade. O clímax foi quando, esquecendo sua condição de aposentado, chamou como já citamos os aposentados de:  “vagabundos”.

A mudança de governo feita pela população que elegeu o PT com os seus aliados, que pasmem, manteve e apertou mais ainda os aposentados, atingindo os servidores públicos.

A Reforma Previdenciária realizada pelo Presidente Lula, atingiu os funcionários públicos e garantiu aos já aposentados ou que contam com o chamado direito adquirido (que reúnem condições para pedir aposentadoria, mas preferem continuar trabalhando) têm assegurada na reforma a integralidade de seus benefícios. Os atuais servidores que ainda não contam com direito adquirido podem chegar a ter a integralidade de vencimentos, mas para isso precisam seguir cinco requisitos. Os homens precisam ter 60 anos de idade, 35 anos de contribuição, 20 anos de serviço público, 10 anos de carreira e 5 anos no último cargo.

As mulheres precisam ter 55 anos e 30 anos de contribuição além das outras três exigências. Se não conseguirem preencher todos os requisitos, terão que se contentar com uma aposentadoria calculada pela média dos salários recebidos durante toda a vida profissional, o que resultará num benefício necessariamente inferior ao salário integral.

Os servidores que ingressarem no setor público após a promulgação da reforma jamais terão aposentadoria integral. Para estes, a reforma prevê o teto de R$ 2,4 mil, equivalente ao pago pelo INSS como valor máximo de aposentadoria. Quem quiser ganhar mais, terá de contribuir com os fundos de previdência complementar.

Os fundos de previdência complementar (mais conhecidos como fundos de pensão) serão fechados, o que faz com que apenas servidores públicos possam participar, de gestão pública e com planos de contribuição definida. Pelo modelo, o servidor saberá qual o valor a ser pago todos os meses, até requerer o benefício no futuro. O valor a ser recebido, no entanto, dependerá da boa gestão e aplicação dos recursos poupados durante anos pela diretoria do fundo.

Os servidores com direito adquirido podem dar entrada na papelada da aposentadoria a qualquer momento. Aqueles que não têm direito adquirido, porém, terão que fazer uma escolha: ou pedem a aposentadoria pelas regras atuais de idade mínima de 53 anos (homens) e 48 (mulheres) e 30 anos de contribuição, ou permanecem no serviço público até atingir os cinco requisitos exigidos para a concessão da integralidade. Se fizerem a primeira opção até dezembro de 2005, terão um desconto de 3,5% por cada ano trabalhado a menos no valor final do benefício pago.

A partir de janeiro de 2006, o desconto será de 5% por ano. Para estimular este grupo a permanecer na ativa, a Câmara aprovou o chamado “abono de permanência”, que será pago aos servidores que quiserem esticar o tempo de serviço até alcançar condições para ter a aposentadoria integral. O abono será pago durante os anos que o servidor permanecer no serviço público e será suspenso tão logo ele solicite a aposentadoria.

Para surpresa, em nenhum momento, o Governo do Presidente Lula e em continuidade da Presidenta Dilma Rousseff buscou recursos taxando grandes fortunas, aumentando a taxação bancária os grandes beneficiários da ciranda financeira. De forma semelhante ao neoliberalismo, a conta da crise financeira mundial, e que no segundo mandato da Presidenta Dilma Rousseff, impulsionada pela OPINIÃO PÚBLICA (OP) dentro do Brasil, é atribuída e paga pelos trabalhadores públicos e privados.

Recentemente o Congresso Conservador eleito pelos brasileiros em 2014, aprovou o aumento para os funcionários do poder judiciário, pelo texto, o aumento será implementado em parcelas sucessivas, não cumulativas, de acordo com os seguintes critérios:
– 20% a partir de julho de 2015;
– 40% a partir de dezembro de 2015;
– 55% a partir de julho de 2016;
– 70% a partir de dezembro de 2016;
– 85% a partir de julho de 2017;
– 100% a partir de dezembro de 2017.

continuando na sua perseguição ao Governo Federal também foi aprovado pelo Congresso: emenda apresentada à medida provisória do salário mínimo que prevê o reajuste de todos os benefícios previdenciários acima da inflação. O dispositivo havia sido incluído na MP que prorroga até 2019 o atual modelo de reajuste do mínimo. Para virar lei, o texto tem de ser  sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

Pela proposta, os benefícios previdenciários serão reajustados pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.

Caberá o desgaste à Presidente Dilma Rousseff que baseada nos princípios que sempre jogam a culpa da crise financeira sobre os trabalhadores, vetará as bondades do congresso.

O candidato derrotado à Presidência do Brasil em 2014, corteja o golpe e usa movimentos reacionários que ameaçam todos os dias o Governo com “impeachement”. Usam CPIs e a OPINIÃO PÚBLICA (OP) para impedir ações do Governo Federal para enfrentar a crise econômica, usam acusações de corrupção na CPI da PETROBRÁS, mas escondem corrupções como: a da CPI do “HSBC”, do caso “ALSTOM” no Metrô e trens de São Paulo. Esquecem da CPI do BANESTADO e as privatizações nos anos do Governo FHC.

A diferença é que hoje a Polícia Federal investiga e encaminha ao judiciário as investigações concluídas, fato que nunca aconteceu no país. No Brasil nunca houve investigação sobre corrupção que chegasse ao fim. Usando métodos não democráticos, são publicados noticias seletivas pela OPINIÃO PÚBLICA (OP), onde sempre se exclui acusações que envolvam parlamentares ou partidos da oposição ou governos estaduais cujo os governo e de oposição ao Governo Federal.

No Rio de Janeiro a militância ocupou Praça Mário Lago em defesa da Democracia

quinta-feira, julho 9th, 2015

Ato convocado

Convocação do ato Praça Mário Lago

Convocação do ato Praça Mário Lago

e ato realizado na Praça Mário Lago (ex-Buraco do Lume) no centro do Rio de Janeiro defende a democracia e o respeito ao resultado das últimas eleições.

Praça Mário Lago

Centro-Rio de Janeiro-RJ-Brasil

Uma campanha patrocinada pela OPINIÃO PÚBLICA(OP) e os partidos de oposição, tentam desestabilizar o Governo da Presidenta Dilma Rousseff.

jornais da OPINIÃO PÚBLICA (OP) - Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, O Globo e revistas Isto é, Epóca e Veja

OPINIÃO PÚBLICA (OP) – jornais Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, O Globo e revistas Isto é, Época e Veja

A defesa da democracia e do Governo Federal que encaminha as investigações sobre corrupção no Brasil e, coloca tudo a limpo, é torpedeada diariamente por essa imprensa que divulga informações de forma seletiva, e omite qualquer outra informação, que tenha citação de partidos e políticos da oposição.Em função dessa ação organizada pela OPINIÃO PÚBLICA (OP) militantes realizaram ontem 08/07/2015 um ato em apoio às investigações e defesa da democracia e do Governo legitimamente reeleito em 2014.

Um novo ato foi marcado para o dia 22/07/2015, e tem como objetivo divulgar o que a OPINIÃO PÚBLICA (OP) não divulga e, apoiar investigações transparentes e baseadas os princípios democráticos e do respeito aos atos jurídicos que respeitem o amplo direito de defesa.

Na internet a publicação GGN – O JORNAL DE TODOS OS BRASIS

GGN - o jornal de todos os brasis

Publicado em 20/02/2015 – 17:39 e Atualizado em 20/02/2015 – 21:11 publica na sua página na intenet
Manifesto em defesa da legalidade: O QUE ESTÁ EM JOGO AGORA

que pode ser lido no original no endereço (http://jornalggn.com.br/n…/manifesto-em-defesa-da-legalidade) na internet e é reproduzido abaixo, é assinado por intelectuais artistas e defensores da democracia brasileira:

É hora de encarar os fatos: há uma conspiração em marcha para desestabilizar o governo, ainda que à custa da desorganização da economia. Não dá mais para tapar o sol com a peneira. É uma conjunção muito grande de fatores:

A cobertura enviesada da mídia em cima de vazamentos seletivos da Operação Lava Jato. Conseguiram transformar até a Swissleaks em operação Lava Jato.
O comportamento do Procurador Geral da República Rodrigo Janot, tratando o crime de vazamento de informações como se fosse uma ocorrência normal.
As declarações sincronizadas da mídia, Joaquim Barbosa e Sérgio Moro, procurando manietar o já inerte Ministro da Justiça.
A visita de procuradores ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a pretexto de colaborar com as investigações contra a Petrobras.
Finalmente, a decisão do Ministério Público Federal, de agora há pouco, de dar o golpe final contra as empreiteiras da Lava Jato, inviabilizando-as definitivamente.

Não tem lógica alegar estrito cumprimento da lei para liquidar com as empresas. Nem o mais empedernido burocrata ficaria insensível aos efeitos dessa quebra sobre a economia brasileira, sobre empregos e sobre o crescimento.

Qualquer agente público minimamente responsável trataria de apurar responsabilidades e punir duramente as pessoas físicas responsáveis, evitando afetar as empresas, ainda mais sabendo dos desdobramentos sobre a economia como um todo.

Só intenções políticas obscuras para justificar essa marcha da insensatez.

PS – Alo, presidente Dilma Rousseff. Esqueça essa preocupação sobre se as pessoas vão ou não duvidar da sua honestidade. Ninguém duvida dela. Eles não estão atrás da sua reputação: estão atrás do seu cargo. Acorde!

PS 2 – Fonte bem relacionada com a Procuradoria Geral da República esclarece que a ida de Janot aos Estados Unidos visou impedir excesso de declarações da força tarefa. Não os impediu de ir mas foi junto para que, na condição de autoridade maior, pudesse centralizar as declarações e impedir excessos.

Abaixo, manifesto de personalidades contra o jogo político em andamento.

Manifesto: O QUE ESTÁ EM JOGO AGORA

A chamada Operação Lava Jato, a partir da apuração de malfeitos na Petrobras, desencadeou um processo político que coloca em risco conquistas da nossa soberania e a própria democracia.

Com efeito, há uma campanha para esvaziar a Petrobras, a única das grandes empresas de petróleo a ter reservas e produção continuamente aumentadas. Além disso, vem a proposta de entregar o pré-sal às empresas estrangeiras, restabelecendo o regime de concessão, alterado pelo atual regime de partilha, que dá à Petrobras o monopólio do conhecimento da exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas. Essa situação tem lhe valido a conquista dos principais prêmios em congressos internacionais.

Está à vista de todos a voracidade com que interesses geopolíticos dominantes buscam o controle do petróleo no mundo, inclusive através de intervenções militares. Entre nós, esses interesses parecem encontrar eco em uma certa mídia a eles subserviente e em parlamentares com eles alinhados. Debilitada a Petrobras, âncora do nosso desenvolvimento científico, tecnológico e industrial, serão dizimadas empresas aqui instaladas, responsáveis por mais de 500.000 empregos qualificados, remetendo-nos uma vez mais a uma condição subalterna e colonial.

Por outro lado, esses mesmos setores estimulam o desgaste do Governo legitimamente eleito, com vista a abreviar o seu mandato. Para tanto, não hesitam em atropelar o Estado de Direito democrático, ao usarem, com estardalhaço, informações parciais e preliminares do Judiciário, da Polícia Federal, do Ministério Público e da própria mídia, na busca de uma comoção nacional que lhes permita alcançar seus objetivos, antinacionais e antidemocráticos.

O Brasil viveu, em 1964, uma experiência da mesma natureza. Custou-nos um longo período de trevas e de arbítrio. Trata-se agora de evitar sua repetição. Conclamamos as forças vivas da Nação a cerrarem fileiras, em uma ampla aliança nacional, acima de interesses partidários ou ideológicos, em torno da democracia e da Petrobras, o nosso principal símbolo de soberania.

20 de fevereiro de 2015

Alberto Passos Guimarães Filho
Aldo Arantes
Ana Maria Costa
Ana Tereza Pereira
Cândido Mendes
Carlos Medeiros
Carlos Moura
Claudius Ceccon
Celso Amorim
Celso Pinto de Melo
D. Demetrio Valentini
Emir Sader
Ennio Candotti
Fabio Konder Comparato
Franklin Martins
Jether Ramalho
José Noronha
Ivone Gebara
João Pedro Stédile
José Jofilly
José Luiz Fiori
José Paulo Sepúlveda Pertence
Ladislau Dowbor
Leonardo Boff
Ligia Bahia
Lucia Ribeiro
Luiz Alberto Gomez de Souza
Luiz Pinguelli Rosa
Magali do Nascimento Cunha
Marcelo Timotheo da Costa
Marco Antonio Raupp
Maria Clara Bingemer
Maria da Conceição Tavares
Maria Helena Arrochelas
Maria José Sousa dos Santos
Marilena Chauí
Marilene Correa
Otavio Alves Velho
Paulo José
Reinaldo Guimarães
Ricardo Bielschowsky
Roberto Amaral
Samuel Pinheiro Guimarães
Sergio Mascarenhas
Sergio Rezende
Silvio Tendler
Sonia Fleury
Waldir Pires”

Na manifestação de 08/07/2015 foram distribuídos outros documentos que e podem ser lidos abaixo:

Em Defesa da Democracia (clique no hipertexto e leia em PDF) e a

Em Defesa da Democracia

Em Defesa da Democracia

Carta ao Conterrâneoao (ao clicar  no hipertexto lerá em PDF)

Carta aos Conterrâneos

Carta aos Conterrâneos

Convocamos todos os que defendem a democracia a comparecer no dia 22/07/2015 a partir das 17:00 h na Praça Mário Lago, Centro do Rio de Janeiro